sábado, 17 de setembro de 2011

.da saudade e sobre sinapses e algorítimos.


E se te deixei ir foi por descuido, por um capricho bobo - desses que a gente se arrepende quando vê o sorriso lhano que exibes no rosto. Vez ou outra tento esboçar um elogio, uma palavra mais afável, mas me embruteço por conta da minha burrice. Ecoam palavras e aquelas propostas diagnosticadas como demasiado lascivas. Música alta, versos soltos e com rima de sentir. Uma prata, baú. O que, Gil? Sim, meu bem, eu me alemmbro lembro de tudo, da confusão minha neste momento aquele que fizeste tão bem. É necessário ir para voltar? Por isso faço sons em teu corpo, ecôo instintos e concebo em ti um solo vocal. Volto num verso, o reverso do umiverso universo que poderia ter nos tornado buraco negro. De nós, da ausência e da saudade. E nós nos abrindo em gerúndio, numa falra falta pretérita e inodora. Com quele ritrmo aquele ritmo solto, louco, vorz voraz. E por eu ter errado - concebendo o que fiz como algo lisérgico demais para o meu coraç]ao coração carola -, percebo que de quando em vez desejo ser o correto do errado, o paradoxo rítimico rítmico que me contradiz. E eu que mal consifo consigo me mexer, e lembrando o que irei fazer. A respitraão respiração apavorada. Sim, uma demora. Sambando desejos, cantando vontades e lembrando de feliidades felicidades de outrora. Aquele dia em que cedi a cadeira para sentares. Uma saudade doída, daquelas que tira o ar, aperta o peito e torce i ciração; o coração. O vocal duplo explicando o mundo em versos bonitos, melodiosos. Tantas páginas qyue que foram lidas e que me lembram do que vivi em notas de rodapé. Lembro-me de tantos dias da minha vida, de antigos dias e de até pouco tempo, quando eu chovia em mim solitário e misantropo. Não era pose, acreditem. E isso, meu bem, eu embro lembro num lapso de tempo. E vem aquela música que traz lembranças boas, dessas carinhosas em que dançamos em desencontro. O nariz sangra de tanto atrito. E a repetição vai fazendo os efeitos pssarem passarem. Sabem disso, não?

E num circo montado na beira dos meus lábios, a evangélica é abordada por uma cigana manca que trointila tintila os dentes como um triângulo. Baião psicodélico. A cigana sussurra: aspasVem cá, deixa eu ler sua mão!aspas, e a crente - de saia bordada em salmos inéditos e de cabelos sebosos como tal e tal e tal e tal e tal e tal e tal e tal e tal e tal e tal e tal e tal e tal e tal e tal e tal e tal e tal e tal e num dous mil ano-luz do teu corpo. E numa saudade nova que me tatua os sonhos. Num movimento torto eu colntino continuo. A evamgélica resoonde dutamente evangélica responde duramente para a cigana, que ouve tudo em tons intimistas: aspasEu sou alfabetizada, se tivesse alguma coisa escrita aqui eu saberia ler!aspas Talvez tenha sido este o meu erro: ter lido demais as linhas da tua mao mão.

Ninguém é cidad~]ao cidadão, num tom brega dpodree de podre música americana sem sentimento. A pena capital, o feto dos nossos rancores. Mas ainda há tempo de dublares estes meus podres e pobres risos, a conversa boba sobre o bloqueio contra Cuba. E aquelas saudades de amigos, daqueles que diviram tsntas dividiram tantas linhas do tempo minhas. Retas verticais convergentes. E tenho saudadde saudade desse tempo que sei que não vai voltar. E que vai ficar só comigo, assim como nossos dias. Num som latino e de complexo arranjo, desses que o fading incita a imaginação a urdir odes as possiveis combinaçãoes possíveis combinações. as asqueles Aqueles arranjos que nos tornam bobos, a voz francesa que me encantou. E não estou fora do país ou de mim. Talvez tenha me tornado o almejado buraco negro. E imaginem eu me contorcendo em erres ruidosos, ou num um andar ébrio e sensual. A juvntude juventude arredia e solitária. E lembran do lembrando de dias tão específicos, tão certos e precisos. lemmbro Lembro de cada cousa! De dias em que vizinhos brigaram e tivemos de intervir. Do beijo do amigo na namorada cima do peso. E o que será que fom com eles aconteceu? É o mistério das chances. Sim, [e idso é isso. Por isso penso em chorar. Melodioso e cínico. Aquelas musicas qe arrepppspiam que arrepiam. Olha isso! Olha o filho que morreu, a pintora de sobrancelhas coladas. Num quadrinho sexual, com a voz grave e agressiva. Uma m[usica música tão... tão! E daí se não sei explicar: sinto, e não me teriam palabras palavras no mundo para descrever o que sinto. E muito dissso disso do que sinto é alimento em ti e sobre ti, um aérto aperto de mãioa música que idiotiza. Movimentos, slsso sls 303dk. Sabe aquele riso naquele verso? E aquele sprriso sorriso? Iimáciencia Impaciência. Boa noute, confus~so; confusão. Confusão.

E é bem isso mesmo, mesmo sendo precoce o sentimento de nostalgia: não, nada de nada... Sim ,eu nãp não lamento nada... Nem o bem que me fizeram ou mesmo o o mal, pois isso tudo me é bem igual! E se carrego em mim no memso mesmo número de páginas, é porque não te li direito ainda. Anda, esquece estas minhas outra saudades. Quero só de ti me ausentar para sentir isso. E d e E isso me deix =a deixa deveras conrante contente.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Sobre castelos


Continuo construindo castelos de papel, desses que a gente queima nas horas de raiva ou desespero. Seria mais fácil apagar as palavras que ilustram as paredes. Não, isso não. Melhor queimar tudo e aproveitar as cinzas para enegrecer o silencia que outrora era tão agradável. Num samba torto, num ritmo ébrio e cheio de porém, eu hesito o momento de riscar o fósforo. Mas sei que é chegada a hora. Essas lembranças tão cheias de cores, tão cheias de perfume, tão quentes, tão... Sim, essas e estas lembranças devem partir. Tornar-me-ei viúva numa mesóclise misantrópica, numa simbiose manca. E quando as paredes do tal castelo de papel estiverem no chão, por favor, não pisem – humildemente peço – nas margens que me tomam o ar. Preciso respirar fundo antes de iniciar novas construções. Minha faculdade inútil me persegue. Ergo de cinco a mil castelos por dia, quase um vício, tal qual uma melodia repetitiva que se perpetua no assovio do ócio. Linguagem viciada, métrica incomum. Meu ofício, difícil, é de arder a pele de raiva quando um cálculo errado entorta um corredor. Sempre além de ladrilhos simples, sempre além de azulejos ilustrados azulejos ilustrados azulejos ilustrados azulejos ilustrados sempre. Não preciso explicar os meus mandos e desmandos. Ao menos isso eu domino bem. Essa lascívia, este desejo fotográfico, aquele medo de um aspasbom diaaspas sensual. E no criado mudo palhas enfeitam nossas noutes em claro, e por elas nossos sons orquestram sensações. As mesmas sensações que influenciam nossas demolições. Acredite, eu preciso te destruir sempre para acreditar em novos sentimentos. O marasmo, infiro, mata nossos prazeres. Esbanjemos novidades, meu bem.

Há quem tenha a chave e há quem saiba pular os muros altos destes castelos. Paredes de papel: quedas possíveis quedas. Estardalhaços desnecessários, convenhamos. O que é preciso – e isso eu com sacrifício informo – é afinar, afinal, as cordas que erigem as janelas dos castelos. É por elas que iremos desafiar os olhares e consumar nossos pecados. Sim, Deus é um aprendiz neste mundo arquitetônico. Mundo este demasiada e erroneamente arquitetônico.




terça-feira, 19 de abril de 2011

.sobre esta volta.


.e então, depois de tanto tempo longe de ti. longe de tis, palavras. aos poucos tento me acostumar com tudo mais uma vez. ser estranho e estranhar. entranha vazia, desistente. aos poucos me retoma a necessidade de rabiscar muros e de tocar um piano diferente. ao som dessa ou daquela música, deste ou daquele canto. e num canto, assobio a ti a fim de encontrar um pouco do teu fio, um pouco do teu voo. um encanto xadrez num degradê cinematográfico, num trópico cancerígeno que excita. a lascívia num simples olhar ou depois de uma tarde peculiar - em voos estranhos e incomuns. e de repente a gente para. parei, confesso. e aqui, a algumas asas de distância de ti, concentro-me em ventos distintos. carrego comigo apenas as rimas, e aguardo de ti o riso para construirmos juntos estrofes safadas. desculpa se não te convenci.

talvez eu esteja ainda muito cansado.